Como começou

O time identificou a tendência ao analisar UTMs e perguntar na pesquisa pós-cadastro 'como nos conheceu'. Quando a resposta 'IA / ChatGPT' começou a aparecer com 5% e cresceu para 22% em 2 meses, decidiram investir em GEO sistemático.

O que fizeram

  • Conteúdo respondendo dúvidas reais de concurseiros (60 artigos)
  • Dados de aprovação ano a ano em formato tabular
  • Cases de aprovados com depoimentos
  • Schema Course + EducationalOrganization completo
  • Atualização constante após editais saírem

O efeito multiplicador

IAs tendem a citar quem tem dados objetivos. Ao publicar percentual de aprovação por concurso, com tabela e fonte, viraram referência citada. ChatGPT passou a recomendá-los como 'plataforma com X% de aprovação no INSS', criando uma reputação que se reforçava sozinha.

Resultados em 4 meses

  • 8.000 novas matrículas atribuídas a IA
  • Receita: R$ 9.6M
  • CAC: R$ 180 (vs R$ 950 do paid)
  • NPS: 9,4 (alunos vindos de IA)
  • Reativação de alunos antigos via IA: +1.200

Perguntas frequentes

Funciona para outras edtechs?

Sim, principalmente as focadas em concursos, idiomas e certificações.

E para cursos livres?

Funciona, mas conversão é menor por ticket baixo.

Dados de aprovação são obrigatórios?

Não, mas são o que mais convence IA e usuário.

Risco de competição usar mesma tática?

Existe. Vantagem é de quem implementa primeiro.

Quanto investiram?

R$ 120 mil em 4 meses, com retorno em receita acima de 80x.

Conclusão

Edtechs brasileiras estão entre as que mais ganharão com GEO em 2026. Quem mapear sua categoria primeiro vira referência citada por anos.